AFRICA LANÇA MODELO EXCLUSIVO DE INTELIGÊNCIA DE DADOS PARA GESTÃO INTERNA Unindo operação, gestão e tecnologia, agência apresenta AfricaBeat, área que funciona como um Business Intelligence interno e é responsável por todo o processo de digitalização;

Para liderar essa área, Africa trouxe Alexandre Mantovani, especialista em gestão;

São Paulo, novembro de 2017 –  Dentro do processo de digitalizacão da agência, a Africa apresenta um novo modelo de Business Intelligence, desenvolvido especialmente para a gestão da operação. Trata-se do AfricaBeat, um sistema que conecta absolutamente todas as informações da agência, trazendo sofisticação de detalhe, com alto nível de informação, para otimizar a tomada de decisão, tanto no dia-a-dia, quanto nas decisões altamente estratégicas que envolvem diretamente a alta liderança.

Com todas as informações organizadas em um único lugar – fluxo dos trabalhos, horas dedicadas, custo, receita, movimentação de pessoas, etc., o AfricaBeat já auxilia na revisão de contratos com clientes, na definição de estrutura e distribuição das equipes, na formalização de processos para compliance, na identificação de ineficiências internas e na otimização de recursos e processos. Tudo isto com a finalidade de aumentar a competitividade e proteger a lucratividade da empresa.

Para implementar o modelo e liderar essa nova área, a Africa trouxe Alexandre Mantovani, que foi sócio da Falconi, empresa líder em consultoria de gestão no Brasil, e diretor de estratégia e gestão do Grupo ABC. O profissional, que tem larga experiência em estratégia corporativa, estruturação empresarial e otimização de processos, assume o cargo de diretor de operações da agência.

Apontada como agência full service mais digital do País pelo Scopen, principal consultoria de marketing do mundo, a Africa apresentou este ano o Pulse Data Moment, área que traduz dados em oportunidades e irriga todas as áreas a favor do negócio de seus clientes. “Enquanto o Pulse é o BI externo, o AfricaBeat é o BI interno. O processo de digitalização não pode ser só da porta para fora. Ele deve ser, principalmente, interno. Começar de dentro. Senão não faz sentido”, explica Marcio Santoro, copresidente e CEO da Africa.

Com a nova área, a Africa consegue saber tudo que está acontecendo internamente, com informação disponível em tempo real e na palma da mão dos líderes. “Hoje é possível, por exemplo, não apenas identificar o retrabalho, mas inclusive saber quanto isto custou para a empresa. E o melhor, consigo fazer isso de qualquer lugar, a qualquer momento, pelo meu celular”, afirma Santoro.

“Poucas empresas conseguem ligar bem a operação com decisões estratégicas. Esse é o grande objetivo aqui, e acredito que seja o grande diferencial. A primeira etapa do AfricaBeat foi conectar a empresa digitalmente, criar a central de inteligência de operação e começar a coletar os dados. Em seguida, já começamos a utilizar tais informações para auxiliar os líderes na gestão dos contratos e estruturação das equipes. O próximo passo é entrar mais na operação e ajudar as equipes a experimentarem modelos de trabalho cada vez mais eficientes e fluidos dentro da agência e entre agência e clientes”, explica Mantovani.

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